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 Seu Pet:

 

 


Cão

Ferret

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Calopsita

Papagaio

Coelhos

 

 

 


 

Cão:

Alimentação:

Ração: alimento mais completo e ideal. Deve ser fornecida 3 a 4 vezes ao dia até a idade adulta (1 ano), e após 2 vezes ao dia. Podem também ser dados legumes e frutas.Sempre que trocar a ração misture a nova com a que está sendo administrada, reduzindo esta última aos poucos até ficar com a ração desejada.

Água: deve ser fresca e potável, sempre à disposição.

Eles gostam, mas faz mal: gordura, doce, massa, pão, chocolate, angu, bife, ossos de frango e outros tipos de guloseimas e temperos.

 

Cálcio e vitaminas:

       Em geral, cães que se alimentam corretamente, de rações balanceadas, não necessitam de outros suplementos vitamínicos. Ainda assim, o veterinário responsável pelo acompanhamento do animal analisará a possibilidade de receitar cálcio ou vitaminas em casos especiais.


Dentição:

       Nos cães, a troca da dentição se inicia por volta dos 3 meses termina por volta dos 6 meses de idade. Cães de porte de grande têm tendência à formação de tártaro, o que provoca o mau hálito e a perda precoce dos dentes permanentes. Apesar de não ser freqüente em cães, a cárie pode ocorrer principalmente em animais que consomem alimentos doces.

       A higiene bucal do cão pode ser feita com o uso de escovas e pastas dentais especiais para cães, 2 a 3 vezes por semana. As pastas em geral têm o sabor de carne, o que torna a escovação mais agradável, e podem ser engolidas pelo animal. A escovação deve ser feita 2 a 3 vezes por semana, no mínimo. Como os cães não costumam aceitar a escovação, muitos donos não conseguem manter sua freqüência. É recomendável acostumar o cão desde filhote a permiti-la.

       O ato de roer é a escovação natural dos cães. Por isso, deve-se oferecer pedaços de cenoura crua entre as refeições, assim como ossos artificiais (de couro) ou naturais fervidos (joelho de boi).


Banhos:

       Os banhos são recomendados para animais acima de 45 dias de idade. O animal deve ser banhado com água morna e ter os ouvidos protegidos com algodão, para evitar a entrada de água. Deve-se usar sabão de coco ou xampu neutro. Pode-se usar ainda xampus específicos para cada tipo de pelagem. Em cães de pelagem longa recomenda-se ainda o uso de condicionador específico para pelos de animais.

       Produtos inseticidas (xampus anti-pulgas), anti-alérgicos, para tratamento dermatológico etc. não devem ser utilizados em filhotes com menos de 6 meses e precisam de recomendação do veterinário para seu uso.


Cuidados com a pelagem:

       Raças de pelagem longa devem receber a primeira tosa higiênica aos 3 ou 4 meses, e, após isso, tosas periódicas a cada 2 meses. Além disso, são recomendadas escovações diárias para retirada de pelos soltos e poeira, e verificação do pelo para checar a presença de parasitas (pulgas e carrapatos).


Cios:

       As fêmeas têm o primeiro cio entre 6 meses e 1 ano de idade, dependendo da raça e do tamanho do animal. O cio, que dura em torno de 15 dias, é percebido por sangramento (leve a moderado) e aumento da região genital. Algumas fêmeas não apresentam sangramento, e têm o chamado "cio seco". A castração é indicada quando o dono não pretende cruzar a cadela. Castrada, ela não apresenta mais cios.

       Cães machos não têm cio, tornando-se aptos à reprodução por volta de 1 ano de idade. No entanto, o filhote pode começar a apresentar manifestações sexuais a partir dos 3 meses de idade, principalmente quando sente o cheiro de uma fêmea no cio. A castração também é indicado para o animal macho, e evita que ele tenha o instinto de demarcar território, urinando pela asa, e de fugir, perseguindo fêmeas no cio.


Vermifugação:

       Como vermes podem ser transmitidos pela mãe aos filhotes, seja pela placenta, seja pelo aleitamento, recomenda-se, como medida preventiva, vermifugar a fêmea antes do acasalamento. Além disso, todos os filhotes, sob orientação veterinária, devem ser vermifugados [vale dizer com que idade ocorre a primeira vermifugação?]. Animais adultos também devem ser vermifugados com freqüência, principalmente antes das vacinas anuais.


Vacinação:

       A vacinação é o cuidado médico mais importante a se tomar com seu cão, tanto para o filhote como para o cão adulto. Os animais devem ser imunizados antes de começarem a freqüentar as ruas, uma vez que existe um grande número de doenças virais que podem acometer os cães, e são causadoras de um grande número de mortes, principalmente nos filhotes.

       A vacinação deve ser feita exclusivamente pelo veterinário, após avaliação para determinar se o animal é saudável e apto para ser vacinado. Essa avaliação é importante pois, caso o animal não esteja apto, seu organismo pode não responder plenamente à vacina, levando inclusive o animal a adoecer.

       O veterinário responsável pelo acompanhamento do seu animal irá determinar que vacinas devem ser aplicadas, bem como as doses e os intervalos adequados. Para isso ele levará em conta não apenas a raça, a idade e o tamanho do cão, mas também a região do país em que o animal vive.





                                                                          Bulldog Francês 

 

Calor:O Bulldog Francês é muito sensível ao calor e pode ficar muito quente em pouquíssimo tempo, correndo sério risco de sofrer um ataque de calor e morrer. Em dias quentes, observe seu Frenchie bem de perto. Jamais deixe um Buldogue Francês sozinho dentro de um carro e evite sair em horários com sol. O cão ofegando excessivamente e com as faces internas das orelhas avermelhadas são sinais de risco de ataque de calor. Em caso de emergências, envolva seu cão em uma toalha molhada e utilize um ventilador para refrescá-lo, além de oferecer cubos de gelo para ele lamber. Leia mais sobre os efeitos do calor em cães braquicefálicos.


 

Focinho:Um focinho normal deve ser molhado e gelado, nunca seco e quente. Se o focinho de seu Frenchie estiver quente, cheque a temperatura de seu cãozinho e procure seu Médico Veterinário.


 

Orelhas:Para reduzir a chance de uma otite surgir, limpe as orelhas e ouvidos de seus cães semanalmente com um produto de recomendação de seu Médico Veterinário, de preferência com base de clorexidina. Não utilize cotonetes para a limpeza interna, isso pode prejudicar seu cão. No banho, utilize algodão rústico nos ouvidos para evitar que entre água.



 

Dobrinhas:A cabeça de um Bulldog Francês é coberta por dobras, especialmente na região do focinho e dos olhos. Limpe pelo menos duas vezes por semana as dobras de seu Buldogue Francês, com um algodão com água, e seque bem com uma toalha. Caso seu cão tenha uma pelagem clara, marcas de lágrima podem ser vistas nos cantos dos olhos. Procure produtos veterinários específicos para remoção de manchas. Consulte seu Médico Veterinário para determinar a causa das lágrimas.

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Chinchilas



Água:
NUNCA deixe faltar água para sua chinchila. Elas podem ficar até vinte dias sem comer, mas não devem ficar sem água. Procure fornecer água de boa qualidade, filtrada ou mineral e troque a água do bebedouro regularmente.


Alimentação:
A chinchila é um animal que come pouco e assim deve ser mantido. O ideal é uma chinchila (adulta) comer entre 20 a 35 gramas de alimento por dia. Deve-se fornecer ração própria para chinchila diariamente. A melhor forma de medir a quantidade é usar um frasco vazio de rolo de filme. Deve-se fornecer uma medida diária de ração para cada chinchila. A chinchila também deve receber diariamente um punhado de alfafa, que pode ser em rama ou em cubo. Recomenda-se alternar o tipo de alfafa, pois a alfafa em rama propicia um melhor funcionamento do intestino e é rica em proteínas. Já a alfafa em cubo também fornece preciosos nutrientes e é apreciada pelas chinchilas, pois pode ser roída. Há, contudo, outros alimentos que podem e devem ser fornecidos às chinchilas. Elas podem comer maçãs desidratadas ou frescas, pêras, mamão desidratado, passas, bolacha água e sal, cenouras frescas e bananas. Principalmente as passas devem ser fornecidas às chinchilas diariamente. Elas também adoram a maçã desidratada e esta é rica em ferro e vitaminas. A cenoura fresca pode ser fornecida uma vez por semana. A quantidade deve ser sempre pouca, visto que as chinchilas são animais frugais e excesso de alimento pode causar-lhes complicações intestinais. Assim, podem ser fornecidas três ou quatro passas diárias por animal, uma ou duas fatias de maça desidratada ou uma fatia pequena de maçã fresca, uma fatia de mamão desidratado, uma rodela de cenoura e uma fatia de pêra e uma bolacha água e sal. Em alguns pet shops são encontrados alimentos próprios para chinchila, como pedra mineral, barrinha de cereal e coquetel de alimentos secos, são geralmente importados e muito bem aceitos pelas chinchilas. Também deve ser fornecido à chinchila uma ameixa seca, sem calda, uma vez por semana para ajudar a regular o intestino.


Ambiente:
Como a chinchila é um animal originário de região fria, desértica e seca, deve ser mantido como tal, ou seja, NUNCA exponha sua chinchila ao sol, ela deve ser mantida em local fresco e arejado, longe do sol e da umidade. Ela deve receber água fresca em abundância, de preferência água filtrada ou mineral. Em regiões muito quentes recomenda-se o uso de ventiladores ou ar condicionado para mantê-las em temperaturas agradáveis. O ideal é manter a chinchila em temperaturas entre 10 e 26 graus. Temperaturas mais frias, porém, não irão afetá-la, desde que o ambiente não esteja úmido. Temperaturas até 30 graus são toleradas pelas chinchilas, mas recomenda-se cuidado, pois temperaturas muito quentes podem matá-las. Elas também devem ser mantidas em ambiente silencioso e longe de outros animais que podem ser entendidos como predadores, como cães e gatos. Evite, portanto, ambiente muito ruidoso e contato com cães e gatos. Outros roedores também não são recomendáveis, pois podem transmitir doenças para as chinchilas. O ideal é mantê-las sozinhas, pelo menos em ambiente próprio. Mas, a convivência com outros animais, como cães e até gatos é possível, tudo depende da convivência e do costuma. Recomenda-se, contudo, prudência.


Banho Diário:
As chinchilas devem tomar banho em carbonato de cálcio ao menos uma vez por dia por cerca de 05 minutos, mas nada impede que o banho fique à sua disposição por mais tempo. Deve ser adquirido o produto próprio para a chinchila e que é encontrado na maioria dos pet shops. Deve ser colocado uma quantia de cerca de um dedo de espessura na "banheira"; o pó deve ser peneirado todos os dias antes do banho e trocado uma vez por semana. O banho de pó só deve ser interrompido nos primeiros dias após o parto ou durante algum tratamento de saúde da chinchila. A ausência do banho causa enorme stress ao animal e prejudica sua saúde e o seu pêlo. Não deixe de fornecê-lo, portanto, ao seu animal.


Convivência com Humanos:
Certamente quando você comprar a sua chinchila irá se tratar de um filhote que terá cerca de dois ou três meses de vida. Mas pode ser que você adquira ou ganhe um animal já adulto ou adolescente. Chinchilas são animais muito inteligentes, rústicos, mas sensíveis às pessoas e ao meio ambiente. As chinchilas passam a conhecer muito bem as pessoas que cuidam delas, principalmente os donos e tecem laços fortes com estas pessoas. No começo certamente parecerá difícil acostumá-las, pois elas parecerão ariscas e desconfiadas. Mas há meios de amansá-las e adquirir sua confiança. Converse com elas todos os dias, procure alimentá-las, soltá-las, prendê-las e brincar com elas sempre nos mesmos horários, esta rotina é fundamental para a chinchila. Conquiste sua confiança oferecendo-lhes passas e maçãs desidratadas ou outra "guloseima" (veja item alimentação); pode ser que no começo elas não apanhem de sua mão; não desista, coloque o alimento no cocho e depois vá oferecendo pessoalmente. Logo elas não só acostumam, mas também se levantam e "pedem" assim que vêem a pessoa que as alimenta. Também é uma forma de amansá-las e adquirir a sua confiança. Quando for prendê-las, chame-as para a gaiola. No começo pode parecer uma idiotice, mas elas são muito inteligentes e logo passam a conhecer a sua "casa" e o horário em que devem entrar; também vão saber diferenciar o som que significa "fim da brincadeira". Só como exemplo, tenho quinze chinchilas e costumo soltá-las quase todas juntas. Quando vou prendê-las eu chamo a palavra "gaiola" ou "casinha" e elas entram rapidamente, leva menos de cinco minutos. E todas entram na gaiola certa. É claro que isso levou tempo e muita paciência e dedicação, mas compensa. Não desista. Nunca grite com sua chinchila, não a ameace e, óbvio, nunca a machuque ou maltrate. Elas têm boa memória e irá demorar muito tempo até adquirirem confiança em alguém novamente. Mas, se elas fizerem coisas erradas, pode dar uma bronca nelas, pela entonação de voz e sua atitude, com o tempo, vão entender que aquele comportamento é errado.

 

Convivência entre Chinchilas:
Chinchilas são animais grupais, que vivem em entidades familiares numerosas. Estas famílias geralmente são compostas de um macho, várias fêmeas e seus respectivos filhotes. Quando você for adquirir chinchilas deve ter alguns cuidados. Se ainda forem filhotes, certamente a aquisição de dois ou mais animais não irá causar maiores problemas, mas deve-se procurar seguir o seguinte procedimento:

  -Colocar os animais em gaiolas separadas, mas de forma que possam se cheirar e manter contato uma com a outra por cerca de dez dias. Não soltá-las juntas neste período. Após este período soltá-las juntas e introduzi-las na mesma gaiola.

   -Sempre que um mesmo membro da família for introduzido, deve-se seguir este procedimento.

  -Nunca mantenha dois machos juntos com fêmeas, eles vão brigar e podem até se matar.

 - O macho pode ficar com mais de uma fêmea, mas é preciso que elas passem pelo período de adaptação. Fêmeas que não estão acostumadas umas com as outras podem ser extremamente agressivas, matar os filhotes alheios, brigar com as outras fêmeas e até matar o macho.

  -Os filhotes devem ser separados dos pais após os dois meses de idade, pois, ao chegarem à maturação sexual, podem cruzar com os seus pais. Embora o incesto entre as chinchilas seja possível e não cause problemas genéticos, convém ser evitado.


Passeios e Brincadeiras:

As chinchilas adoram correr, saltar e roer tudo que encontram pela frente. O ideal é soltá-las diariamente por um certo período que pode variar de meia à uma hora. É claro que podem ser soltas por mais tempo, fica a critério do proprietário do animal. É muito divertido soltá-las e interagir com elas, pois elas são muito engraçadas. Mas alguns cuidados são necessários:

 -Cuidado com tomadas e fios, elas irão roer tudo e podem levar choques

 -Cuidado com vasos sanitários, pias e banheiras com água, elas saltam mais de um metro de altura e não têm visão muito boa e podem cair neste locais e a chinchila não deve se molhar.

 -Cuidado com janelas abertas, elas não têm noção de espaço e podem pular para fora. E para a morte. Todo cuidado é pouco.

 -Cuidado com buracos, frestas e fendas inacessíveis aos humanos. A chinchila tende a se esconder e a se enfiar no primeiro vão que encontrar. Pode ser que ela entre e você não consiga tira-la de lá.

 -Cuidado com materiais plásticos, eles podem ser tóxicos para as chinchilas.

  -Cuidado com carpetes, tapetes, móveis, sapatos, discos CDs etc. As chinchilas são muito curiosas e roem TUDO que encontram pela frente, inclusive o seu pé e, se não forem vigiadas durante o passeio podem causar problemas. É recomendável que fiquem longe de sabão, cremes, tintas etc., pois podem querer experimentar estes produtos e isto pode intoxicá-las. Contudo, se elas forem monitoradas durante o passeio, irão fornecer momento de muito prazer e divertimento. É extremamente engraçado soltá-las em um espaço pequeno e vê-las pular. Pode-se sentar no chão, pois elas certamente irão pular em cima de quem estiver lá e interagir com as pessoas. Apenas não procure agarrá-las inutilmente, pois elas demoram um pouco para adquirir confiança nas pessoas.


Troca de Serragem:

A Troca da serragem, maravalha ou "cama" da chinchila. A cama da chinchila deve ser trocada ao menos uma vez por semana. As chinchilas não emitem odor, pois não têm glândulas sudoríparas, mas a sua urina é rica em amônia e, em excesso, pode causar um odor desagradável. Portanto, mantenha sua chinchila sempre limpa. As fezes da chinchila são duras, não têm cheiro forte e são alongadas, em forma de um grão de arroz. Fezes moles ou pequenas e redondas, em animais adultos, são sinais de problemas de saúde e que trataremos no item próprio. Algumas chinchilas costumam defecar e urinar sempre no mesmo local dentro da gaiola, o que é comum. Durante a troca da maravalha, deve-se procurar também fazer uma limpeza geral na gaiola.


Fonte: Chinchilandia



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Ferrets:

 

Ter um ferret é uma boa escolha?

Na medida em que aumenta a popularidade dos ferrets, também aumentam os casos de animais devolvidos e descartados pelos donos, por não estarem completamente preparados para tudo que é necessário para manter um ferret. Muitos sites citam como eles são bonitinhos, cheios de energia e como brincam, esquecendo muitas vezes que não servem para todos, e que possuem um custo de manutenção bem mais elevado que de um cachorro ou gato. Muitas vezes um ferret é comprado por impulso sem que se saiba em que está se metendo, mesmo quando o preço já deveria causar algumas reflexões.

O propósito desta página é ajudar a determinar se o ferret é um animal adequado para você antes que você compre um, pois você terá que fazer uma série de compromissos e adaptações. Muitas vezes ferrets são devolvidos ou dados para terceiros quando ficam velhos e doentes, deixando para outras pessoas o custo de cuidar do animal, e todos os problemas que um animal de idade pode causar. Lembre-se que, se você adquirir um ferret, está se comprometendo as cuidar dele pela vida inteira.

Um ferret não é um animal de gaiola, e requer um mínimo de 3 a 4 horas fora da gaiola diariamente, e eles são animais cheios de energia. Eles precisam de uma gaiola grande com espaço para uma bandeja sanitária, comedouro, bebedouro ou garrafa de água, sacos e redes de dormir, etc.

Alimentação:

Ferrets são estritamente carnívoros e precisam de uma dieta adequada. Não são gatos nem cachorros, e portanto precisam de ração específica (embora ração premium para filhotes de gato possa ser usada). Você tem acesso à ração importada onde você mora, ou vai comprar produtos nacionais baratos porém sem qualidade pois é caro ou incômodo demais para você dar a ração correta? Vai resistir a dar comida inapropriada, ou vai correr o risco de provocar insulinoma no seu ferret?

Fonte :www.ilovemyferret.com.br

 

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Gato

 

Alimentação:

Na fase de crescimento é essencial habituar o seu animal a comer ração. Esta deve ser escolhida de acordo com a etapa da vida, características e necessidades do animal. Só este tipo de alimentação garante um pleno equilíbrio nutricional, uma maior higiene oral e um desenvolvimento saudável.A alimentação deve ser deixada à disposição do animal, para que ele coma sempre que sente necessidade. Apenas será necessário restringir as refeições, caso o animal, já na idade adulta, engorde exageradamente (Nota: O animal é considerado adulto após atingir 1 ano de idade.)

A água deve estar sempre à disposição e deve ser mudada regularmente, para que o animal tenha sempre acesso a água fresca.A alimentação nunca deve ser colocada perto do cesto da areia.

Nunca deve alterar repentinamente o tipo de ração fornecida ao seu animal. Deverá escolher uma ração que o animal goste e manter essa alimentação durante toda a fase de crescimento. Ao atingir 1 ano de idade, o animal deverá passar a comer ração para gato adulto. Nessa altura deverá fazer durante 5 dias a mistura de ambas as rações, para que o intestino do animal tenha tempo de se adaptar ao novo alimento. Esta regra é válida para qualquer mudança de ração. A partir dos 7 anos de idade, o animal deverá passar a comer ração especialmente desenvolvida para animais geriátricos (animais velhinhos) uma vez que este alimento possui características que visam evitar insuficiência renal e outros problemas freqüentes em animais idosos.

 

Deverá evitar ao máximo que o animal tenha acesso à rua sozinho, uma vez que o ambiente exterior é extremamente perigoso para o seu animal. Este local constitui um campo de batalha, onde ele terá que se defender de agressões de outros gatos, de automóveis e é ainda um ambiente onde pode contrair várias doenças, algumas delas incuráveis.Quando o animal não tem acesso ao exterior ou quando passa bastante tempo seguido no interior, deverá colocar num local sossegado da casa, o caixote de areia. A areia escolhida deverá ser de sílica, uma vez que têm uma maior durabilidade, absorvem mais facilmente os odores e não levantam poeiras, evitando deste modo infecções respiratórias.A areia deverá ser mudada freqüentemente. Muitas vezes, os gatos começam a fazer as suas necessidades em locais inapropriados devido à falta de higiene da caixa de areia.

Higiene:

Pode dar banho ao seu animal sempre que este necessitar. No entanto, a escolha do xampu deve ser adequada à idade do animal. Deve usar-se xampu seco para gatinhos com idade inferior a 6 meses e xampu fisiológico sem desparasitante externo para gatos com idade superior a 6 meses. Poderá também optar por utilizar um xampu de tratamento para corrigir algum problema de pele que o animal possa ter.Durante o banho deve evitar que o xampu entre em contacto com os olhos do animal e que a água entre para os seus ouvidos. No final, este deve ser enxaguado abundantemente com água e bem seco com um secador, principalmente enquanto este é gatinho ou em dias frios e ventosos. A freqüência de banhos nos gatos, geralmente é reduzida devido aos cuidados de limpeza que eles próprios tem.

ATENÇÃO: Gatos de pêlo comprido devem tomar regularmente malta, para degradar as bolas de pêlo (acumulações de pêlo dentro do intestino do animal).É fundamental escovar regularmente gatos de pêlo comprido.Semanalmente, deve também ser efetuada a limpeza dos ouvidos com uma compressa ou um pano seco.

Educação:

Com o passar dos dias, o seu animal irá sentir-se cada vez mais em família.Quanto mais tempo o animal passar dentro de casa, mais comportamentos de afecto demonstrará perante o dono. Cada vez mais, o gato reage às atitudes do dono. A ideia de que o gato apenas se afeiçoa à casa, começa a ter as suas variantes.

Por este motivo, é importante que dispense alguns momentos do seu dia para brincar com o seu gato, afagá-lo e escová-lo, principalmente se for um gato de pêlo comprido.Deverá também arranjar-lhe troncos rodeados de corda para que o gatinho possa espetar as unhas e fazer a sua marcação de território através das almofadinhas plantares.O ronronar é o sinal utilizado pelo gato para demonstrar a sua satisfação.

 

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Hamster


De hábitos noturnos, os animais dormem o dia inteiro praticamente, e aproveitam a noite para se divertir correndo de um lado para o outro na gaiola. Eles também são engraçados e graciosos, como quando seguram o alimento com as duas patas dianteiras, praticamente como seres humanos. Apesar de seus truques, o hamster necessita de cuidados básicos como qualquer outro animal, e também é indispensável a visita ao médico veterinário.

Local para viver:

Não é aconselhável manter um hamster solto e sem supervisão. Eles podem danificar móveis, roer fios e até se machucar. Quando não tiver ninguém por perto dessas criaturinhas, recomenda-se o uso de gaiolas. “Não há segredos na gaiola destes animais, porém é bom seguir algumas dicas para tornar o lar do seu amiguinho mais agradável e lúdico”, disse o Dr. André Grespan. “Em primeiro lugar, não importa o tipo da gaiola, esta deverá ser sempre mantida em local fresco, longe de exposição direta ao sol, de correntes de ar e de fontes de calor”. Os tipos de gaiolas são:

Gaiola de arame

Gaiolas mais comuns e as mais baratas. Muitas têm mais de um andar, com escadas, escorregadores e pontes. A maioria apresenta uma rodinha de exercício. Algumas contêm uma bacia de plástico, presa à gaiola por grampos, e que fica a alguns centímetros acima da base da gaiola. Esse é um item interessante, porque evita que a serragem da gaiola caia no chão e suje o mesmo. Dê preferência para gaiolas tratadas com pintura epóxi que evita a intoxicação do animal por metais pesados ou tintura da gaiola.

Aquário

Os aquários de vidro são ótimos para observar os animais, porém são um pouco difíceis de limpar em razão de seu peso. Já os de plástico podem ficar foscos e roídos ao longo do tempo, sendo a opção ideal apenas para hamsters gestantes, lactantes e filhotes. O problema desse tipo de habitat é como prender a garrafinha de água, nesse caso, deve-se usar um pequeno pote com água. Lembre-se de tampar bem os aquários, é melhor por uma proteção para evitar que os hamsters escapem por cima. As tampas obrigatoriamente devem conter buracos para ventilação.

Gaiola de plástico com tubos

Cuidados especiais com hamsters sírios que, devido ao seu tamanho, podem ficar presos nos tubos. Porém, mesmo assim é uma escolha interessante, geralmente são fáceis de limpar por conter muitos repartimentos. É necessário haver um compartimento maior, em que haja espaço para o hamster correr mais à vontade.

Alimentação:

Esses animais são muito fáceis de se alimentar. “A dieta dos hamsters é basicamente simples. Envolve vários tipos de sementes apenas, mas, como após um ano de vida o hamster pode desenvolver amiloidose hepática (problemas hepáticos), a alimentação de qualidade é um fator importante”, avisa Grespan.

Os roedores podem ser tratados com vários tipos de ração. Uma delas é a ração de sementes: que inclui milho, amendoim, trigo, ervilha, aveia, alpiste, semente de girassol, abóbora e outros grãos secos. Algumas também contêm suplementos vitamínicos, frutas secas em pequenas doses, como passas, banana, uva. “Esse tipo de ração deve ser sempre de ótima qualidade, visto que problemas com fungos em sementes são comuns no Brasil”. Outra dica do veterinário é que deve-se também evitar comprar este tipo de ração a granel, pois como estão expostas a luz e a umidade do ambiente, a probabilidade de fungos se torna ainda maior.

Rações peletizadas sem sementes também ajudam na alimentação. “São rações que não apresentam nenhum tipo de semente em sua composição. Este tipo de ração se torna muito atrativa no ponto de vista da saúde do animal, pois não contêm a presença de toxinas fúngicas e são totalmente balanceadas, não sendo necessário a presença de semente. Porém, frutas e legumes sempre podem acompanhar”, indica o especialista.

Vegetais e frutas são outra dica importante. Cenoura, couve, couve-flor, brócolis e frutas como maçã, uva e outras, são uma grande fonte de fibras, vitaminas e ainda contêm uma grande quantindade de água. “É preciso sempre tomar alguns cuidados, como, por exemplo lavar bem os vegetais e frutas e sempre ser dados crus, para não perder as vitaminas.

Um item indispensável para a saúde do hamster (e de qualquer ser vivo) é a água. O Dr. André avisa: “a quantidade ingerida varia em função da época do ano, da idade do animal e da quantidade de vegetais na dieta. Oferecer frutas e legumes em abundância não implica na retirada da água da dieta básica do hamster”. E sempre use água filtrada ou mineral.

Pedra Mineral e vitaminas também podem contribuir para uma vida saudável. “A pedra mineral é uma excelente fonte de cálcio e deve sempre estar disponível na gaiola do seu hamster, principalmente para fêmeas grávidas ou em lactação. Já as vitaminas, existem complexos exclusivos para roedores, estes são adicionados na água e podem ser oferecidos com frequência”, explica Grespan.

Saúde:

Os hamsters são animais fortes e raramente apresentam alguma enfermidade. Mas, se submetidos a estresse, dieta desequilibrada ou uma habitação precária, pode vir a apresentar algumas doenças. Além de ter predisposição para apresentar tumores.

As doenças mais comuns são: perda de pelo (esse quesito pode ser sinal de várias doenças, portanto fique atento quando o hamster apresentar esse sintoma), resfriado e salivação (pode ser o indício de pneumonia), desnutrição (muito cuidado com as sementes de girassol, elas contêm muita gordura e pouca vitamina, levando à desnutrição do animal), diarréia (problema muito comum e grave. Evite comidas caseiras ou com as quais o animal não está acostumado).

Outro ponto a ser lembrado é que, os dentes crescem sem parar, por isso eles necessitam sempre estar roendo algum brinquedinho.

Higiene:

A limpeza da gaiola é muito importante para a saúde do hamster, mas varia de acordo com o tamanho da gaiola. Geralmente, uma vez a cada três dias é o suficiente para o animal ter ótimas condições de moradia. Não é aconselhável o uso de produtos químicos na limpeza e evitar areia de gato no fundo da gaiola, optando por serragem.

“Os recipientes de comida e água devem ser limpos com esponja e sabão e devem ser muito bem enxaguados em água limpa e corrente. Na gaiola, rodinhas e demais acessórios, pode-se usar sabão neutro, contanto que enxágue bastante. Os hamster se irritam facilmente com os produtos de limpeza”, esclarece o Dr. André Grespan.

Quanto a vacinação, o hamster fica livre. Não é necessário nenhum tipo de cuidado nesta parte, nem mesmo contra a raiva. Já a vermifugação, é analisada pelo exames de fezes, se conter vermes, é necessário o medicamento receitado por um especialista.

Cuidados antes da compra:

Esses animais são fáceis de serem encontrados nos pet shops, mas, tome alguns cuidados antes da compra, para não se arrepender depois. Esses sãos os indícios de que o animal não está em ótimas condições de saúde:

Mudanças na disposição (letargia e diminuição ou perda de apetite);

Mudanças na cor, consistência e/ou tamanho das fezes (as normais são firmes, ovais a redondas e de tamanho uniforme e a cor varia de esverdeado a marrom-escuro);

Perda de equilíbrio, secreção nos olhos, nasal ou bucal e dificuldade de respiração.

Se o animal come pouco

Exemplares muito quietos

Fezes muito finas e duras, ou muito mole ou ausência das mesmas

Espasmos e/ou cai de lado

Não reage ao toque.

Sangramentos perceptíveis pelo ânus, uretra ou vagina.

Agora que você já sabe como cuidar bem do seu hamster, já está na hora de correr para pet shop mais próxima e adquirir esse animal. Lembrando, os hamsters são considerados animais domésticos, podendo ser comprados em qualquer pet shop sem maiores problemas ou condições do Ibama. Porém, além de domésticos, são animais exóticos (que não existem naturalmente no Brasil) por isso muito cuidado para não deixá-los soltos pelas ruas.


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Gerbil:



Como animal de companhia:
Na Natureza, formam colônias, que vivem em galerias escavadas no solo para se protegerem do frio e dos predadores.
Se pretende ter um gerbil como animal de companhia, lembre-se destes fatos quando for tratar do local onde ele, ou preferencialmente eles, vão viver.
Na organização social dos gerbil é importante haver contacto físico com outros animais da mesma espécie, para as suas freqüentes brincadeiras e para estabelecimento de laços afetivos e hierárquicos.

Assim, antes de adquirir animais desta espécie verifique o espaço que tem disponível para eles.
Se só puder despender de um pequeno espaço, que só dê para uma pequena gaiola, deve optar por apenas um casal, e estar sempre preparado para dar as crias. Se não pretende que se reproduzam, o melhor é optar por dois indivíduos do mesmo sexo.
Os gerbils são animais de grande dinamismo físico, precisam de muito espaço para se exercitar. Se houver espaço para isso, será bom terem também um pequeno reservatório com areia fina, a chamada areia de banho para roedores, onde os gerbil se possam rebolar, recriando assim o seu ambiente natural.
Desta forma, mais que dois animais numa pequena gaiola vão criar problemas e aumentar a tensão entre eles.
Como em qualquer outro tipo de animais, apesar de serem muito sociais, também os gerbils são um pouco territoriais. Se só tem um gerbil e pretende comprar ou adotar outro, deve tomar algumas precauções. O animal que já vive em sua casa tem a gaiola impregnada com o seu cheiro, aquele é o seu território. Normalmente, ao chegar o novato, o mais antigo vai tentar expulsá-lo, o que pode provocar ferimentos graves ou mesmo a morte de um deles. Deve então ter ou mais que uma gaiola e ir trocando os gerbil todos os dias de gaiola, mas deixando que se observem um ao outro. No máximo ao fim de uma semana vai poder juntá-los sem que haja disputas ou lutas entre eles. Se tiver apenas uma gaiola, convém colocar-lhe um separador central, que pode ser em acrílico, em rede ou qualquer outro material, desde que não permita que, de alguma forma, um dos gerbil consiga passar para o outro lado, não sendo contudo impeditivo de os animais se verem e cheirarem. Vá trocando na mesma os animais de compartimento, para que cada um se habitue aos odores do outro.

Existem gaiolas no mercado, com vários patamares em altura, já com alguns brinquedos e túneis, que estes animais adoram. Estas gaiolas já podem receber mais alguns animais, mas ocupam mais algum espaço e financeiramente implicam um maior investimento. Com dedicação e alguma paciência, também as pode fazer em casa, o que lhe poupará algum dinheiro.
O mais comum entre os criadores destes pequenos animais é utilizarem duas ou mais gaiolas, ligadas entre si com tubos de PVC. Para além de o investimento ser feito de forma gradual, os tubos de ligação entre as gaiolas recriam, de certa forma, as galerias que estes animais tanto apreciam na Natureza.

Como acontece com todos os roedores que vivem em cativeiro, é muito importante que tenha um tronco de madeira dura, próprio para afiarem os dentes, que pode encontrar nas casas que vendem artigos para animais.
Os gerbils gostam de brinquedos, tenha sempre alguns adequados a estes animais dentro da gaiola.


Alimentação:
Existem já no mercado vários tipos de misturas de sementes para roedores em geral. No entanto, e se tiver acesso a alguma variedade, escolha sempre uma própria para estes animais. Para, além disso, deve fornecer pedaços de fruta ou vegetais aos seus gerbil, com regra e muito bem lavados. Estes alimentos frescos são indispensáveis ao bem estar dos seus animais, porém, se tiverem diarréia, retire ou reduza os vegetais. Pode ainda completar esta dieta com larvas de tenébrio molitor, que só deve conseguir encontrar em casas da especialidade que vendam répteis, e não será em todas.
Na gaiola deve haver sempre um bebedouro próprio para roedores com água fresca e em muita quantidade. Mude a água todos os dias e, para evitar a formação de algas dentro dos bebedouros, lave-os muito bem, com uma escova ,uma vez por semana.


Reprodução:
Os gerbil, tal como os outros pequenos roedores, crescem depressa e ficam sexualmente maduros em menos de 2 meses. Se juntar um macho e uma fêmea de idade superior a esta, tem de estar preparado para, a qualquer momento, ter uma família de gerbil aumentada. O tempo médio de gestação desta espécie ronda os 21 a 24 dias.
Normalmente nascem cerca de 5 ou 6 pequenos gerbil em cada ninhada. Na primeira, nascem por vezes apenas dois ou três animais, e também é verdade que, com o passar do tempo, podem nascer mais que seis por ninhada.
Os gerbils tendem a formar pares para toda a vida. Se pensa no bem estar dos animais, e se depois do nascimento de uma ninhada não pretende ter mais crias, não se desfaça de um dos membros do casal. Use o truque de dividir as gaiolas, para se verem um ao outro, evitando separá-los em definitivo.



Tamanho, peso e cores :
Os gerbils da Mongólia podem atingir os 24 cm de comprimento, rabo incluído, e pesar até 90 g.
Existem neste momento cerca de 30 tonalidades destes animais, devido ao fato de terem começado a tornar-se animais de companhia (à semelhança do que acontece, por exemplo, com os periquitos).
No estado selvagem só existe uma cor, o agouti, acastanhado no dorso e branco no ventre.


Longevidade:

A esperança de vida destes simpáticos roedores é, no máximo, de 5 anos. Prepare-se, pois dificilmente o seu animal vai durar tanto tempo.



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Porquinho da Índia:


Equipamento básico:

Consiste numa gaiola (40x60cm no mínimo), quanto maior melhor, numa casinha, num pratinho para comida ou comedouro, um bebedouro com esfera rotativa, aparas de madeira (ou outro material apropriado) para cobrir o chão e claro sempre muita comida disponível.

Os porquinhos gostam de túneis e de brincar com esferas de metal que estão dependuradas na gaiola e que contêm feno.
Tudo isto deve estar preparado antes do porquinho vir para que este fique confortável desde o início.

Os custos de manutenção não são muito elevados, baseando-se apenas na alimentação e material para forrar a gaiola, mas devem ser sempre equacionados.

Também o futuro dono deverá questionar-se se tem tempo e disposição para desempenhar diáriamente todas estas tarefas, visto que o animal poderá correr risco de vida se não for alimentado todos os dias.

Acompanhado de pequenos afagos, o porquinho necessita também de fazer exercícios num espaço amplo, de maneira a poder correr um pouco e distanciar-se do ambiente claustrofóbico da gaiola.

Alimentação:

Deverá ser fornecida sempre a uma hora regular, bem como os dias em que a gaiola é limpa, dado que é sempre mais fácil fazer as coisas se estas obedecerem a um calendário regular.

Se a gaiola for limpa regularmente, os porquinhos não irão cheirar mal, pelo que não existe problema nenhum com cheiros dentro de casa.

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Calopsitas:

Distinção dos sexos:Na natureza selvagem, a diferença entre os sexos é a intensidadedascores da sua plumagem. Os machos tem a cabeça e as faces predominantementeamarelas,enquanto as fêmeas quase não apresentam a cor amarela.


Comportamento:As calopsita são aves extremamente gregárias que, normalmente, tem um boa convivência entre si. De uma modo geral, também o tem com outras aves, mesmo que estas sejam de menor porte ou mais frágeis. Não as mantenha juntamente com outras espécies de periquitos, pelo menos com espécie que possam ser agressivas. Se não tiver companheiras da mesma espécie, uma jovem calopsita pode desenvolver laços de afeto com o seu tratador. Se pretende manter numa gaiola um periquito, escolha em exemplar jovem e proporcionar-lhe muito afeto.


 

Alojamento:As calopsita podem ser criadas em aviários espaçosos ao ar livre , bem como aviários ou gaiolas em recinto fechado. Uma gaiola deve ser suficientemente grande para que a crista da ave não venha a danificar-se contra cobertura. Tenha em consideração que as aves adoram roer e que se escapam rapidamente se o arame do gradeamento não é suficiente grosso e resistente. Por esta razão, não faz grande sentido encher o aviário com plantas. É muito importante que estas aves tenham espaço suficiente para não danificarem as cristas e as caudas.

Temperatura:As calopsita são aves muito resistentes. Pode deixá-las no aviário ao ar livre, durante o inverno, desde que disponham de refúgio num abrigo noturno bem construído, que proteja das correntes de ar e da geada.

Alimentação:Sementes vulgares para periquitos, ou seja, uma mistura de ingredientes, entre os quais diversos tipos de milho painço, aveia sem casca, sementes de girassol e cânhamo constituem uma alimentação base perfeita para estas aves apreciam alimentos verdes e frutos frescos. Também se alimentam de milho painço italiano. Especialmente durante a época de gestação, pode ser-lhes dado alimento à base de ovos. Os animais gostam de roer e, ocasionalmente, deve dar-lhes pequenos galhos de árvores de frutos e galhos de salgueiro finos. Devem sempre dispor de uma quantidade suficiente de osso de calcário, para que aves possam satisfazer as suas necessidades digestivas.

Atividades:As calopsita são aves gregárias e muito ativas que gostam muito de trepar, roer e interagir com outras aves da mesma espécie. Podem aprender a imitar a voz humana, mas não são muito exímias neste aspecto. Se forem tratadas apropriadamente, podem tornar-se muito dóceis. Também gostam de tomar banho de chuveiro em água morna, podendo, para tal fim, utilizar-se um borrifador de plantas com um jato ultrafino.

 

Criação:Geralmente, as calopsita não são difíceis de criar. O ninho é construído numa caixa de ninho fechada que deve Ter entre 35 e 38 centímetros de altura, com uma largura e uma profundidade de 25 centímetros, bem como uma abertura com 7 e 8 centímetros. Consoante a idade e condição física da fêmea, a gestação pode variar entre três e nove ovos. A fêmea choca os ovos durante 18 a 21 dias, aproximadamente e é auxiliada pelo macho. As crias são alimentadas por ambas as aves adultas, mas principalmente pela fêmeas. A plumagem tem início após quatro ou cinco semanas, aproximadamente. As crias continuam a ser alimentadas pelos progenitores, mas ao fim de sete ou oito semanas são totalmente independentes. Durante toda a época de gestação, deve proporcionar às aves uma ração diária de alimento à base de ovos e alimentos verdes frescos, além da mistura de sementes. Por volta do primeiro ano de vida, as calopsita atingem, a maturidade sexual. Antes dessa fase, os machos não terão ainda adquirido a plumagem definitiva.

Mutações:
Existem atualmente numerosos mutações cromáticas atraentes das espécies selvagens originais, entre as quais a branca e amarela (com olhos vermelhos ou escuros), calopsita com tonalidades pastel, malhadas e nacaradas.

Informações extras:
Tendo os cuidados apropriados, as calopsitas podem viver dez anos ou mais.

• Calopsita Mansa

Existem alguns procedimentos que devemos ser plenamente conscientes para mantermos nosso pássaro feliz.

O primeiro ponto que devemos considerar é em qual local devemos colocar sua gaiola. Deve ser um local que possamos observar o pássaro durante a nossa rotina diária. Deve receber iluminação natural, mas tenha muito cuidado se seu pássaro recebe sol diretamente, pois o excesso pode castiga-lo, os pássaros gostam de dormir logo que o sol se põe e acordar logo que amanhece, fortes correntes de ar devem ser evitados, para que o pássaro não resfrie. Outro cuidado é em ralação a deixar os pássaros na cozinha, este é um local insalubre e perigoso.

Se o pássaro se encontra fora da gaiola, tome cuidado com outros animais que se encontram no mesmo local, gatos, cachorros, é instinto natural desses animais perseguir e matar outros animais.Sua gaiola deve conter elementos essenciais tais como recipientes para sementes, outro para farinhada, bebedouro e poleiros suficientes e em diversos níveis para que a ave se locomova de uma forma variada.

Devemos nos precaver com o local da gaiola e as plantas de interior que nosso pássaro possa entrar em contato, pois a maioria delas são tóxicas.Se receberem cuidados apropriados, nossos pássaros permanecem sadios e se mostram felizes.
Uma vez em casa, desejamos que o pássaro se habitue a seu novo local, mantendo o na gaiola durante uma ou mais semanas, pelo menos até que esteja comendo bem e não demonstre nervosismo ou estresse. À noite devemos cobrir a gaiola para proporcionar um espaço de tempo tranqüilo durante o qual possa descansar sem ser molestado.

Se ele se encontra fora da gaiola, as janelas devem permanecer fechadas e preferivelmente cobertas com cortinas ou persianas, para que o pássaro não se choque durante um vôo. Não é aconselhável soltar seu pássaro ao ar livre, mesmo os de asa cortada, pode acontecer de soprar um vento forte e será suficiente para que ele voe até o telhado ou para o vizinho, e ai cuidado com os outros animais. Quando ele estiver fora da gaiola, cuidado são muito curiosos ele sairá investigando com o bico, moveis, fios elétricos, sofás, tudo que estiver a seu alcance.

Acostume sempre que você for de encontro ao pássaro fazer algum assobio antes para que este associe o som com sua aproximação, ele logo ira imitar seu assobio. Se sua calopsita tiver suas asas cortadas, será necessário refazer a poda no mês de fevereiro de todos os anos, ou ficar atento com as penas que começarem aparecer no fundo da gaiola este também será um sinal para que fiquemos atentos.

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Papagaios



Os papagaios são da ordem dos psitaciformes, família dos psitacídeos, do gênero Amazonas, tiveram a sua origem nas regiões quentes e temperadas da América do Sul e há 10 espécies deles no Brasil, entre as 27 existentes.

Características:
Os mais comuns de serem encontrados são os papagaios baianos, ou Amazona aestiva aestiva. Os papagaios, assim como as araras, periquitos e outros da mesma família, são facilmente adaptáveis ao cativeiro.
Na natureza, eles andam em bandos, ou seja, no cativeiro precisam de companhia e interação, ou poderão tornar-se agressivos.

Medem de 33 a 39 cm, sua cor predominante é verde, com fronte azul esverdeada ou azul celeste, conforme a idade.
Estes psitacídeos são facilmente domesticados e muito bonitos, podem se tornar mansos e familiares, e ainda têm como atrativo o fato de imitar a voz humana, chegando a pedir para quem está chamando ao portão entrar, ou chama pelo nome dos familiares e até mesmo diz tchau para visitas - esse hábito pode causar algum constragimento, mas na maioria das vezes é muito divertido.

São alegres e vivazes, e se afeiçoam às pessoas que o tratam bem, precisando da atenção do dono, de carinho e de conversa. Do mesmo modo que se afeiçoa facilmente, pode também se magoar e ficar com raiva de alguém que tenha feito algo que ele não gostou, ou então, se sentir triste e ficar arisco se abandonado na gaiola, ou o dono não lhe der a atenção que necessita.

Se bem cuidados, podem viver em cativeiro aproximadamente por 60 anos. Eles passam mais tempo andando e escalando do que voando e por isso podem ser criados soltos, mas para que ele não vá tão longe, corte as penas voadeiras de uma das asas uma vez por ano. A muda das penas dos papagaios ocorre no outono.

Reprodução:
A reprodução em cativeiro é difícil, mas possível. Aproximadamente 3 meses após a muda eles estarão prontos para acasalar. Deve-se isolar um casal num viveiro separado e incomodá-los o mínimo possível.
A fêmea põe de 3 a 5 ovos e a incubação dura em torno de 27 dias. Os filhotes costumam deixar o ninho após 2 meses e ainda são alimentados pelos pais por mais uma semana. A partir daí podem ser separados dos pais e todos podem voltar para o viveiro comunitário.

Alimentação:
É importante diversificar.Dê rações para papagaios com mistura de sementes, verduras e legumes, milho, cenoura, couve-flor, brócolis, grão de bico. Se forem cozidos, devem ser aferventados por 20 minutos.
Grãos de aveia, milho verde, arroz integral com casca, girassol, alpiste e trigo integral podem ser servidos crus. Pode-se dar ração para cães de duas a três vezes por semana. As frutas podem ser variadas. Pode-se dar também um pedaço de pão integral amolecido com água. O importante é que ele coma alimentos variados para suprir todas as suas necessidades e garantir a sua saúde.
Troque a sua água várias vezes por dia.

Instalações:
A gaiola deve ser quadrada, com teto plano e comedouros e bebedouros de louça. O tamanho deve estar de acordo com o tamanho da ave, para que ela tenha espaço para bater as asas. Ele também necessita de passeios fora de sua gaiola, de exercícios, com cuidado para que ele não fuja.

Na mesma gaiola podem ficar um casal ou então um papagaio sozinho.

Os viveiros devem ser de ferro com revestimento em epóxi e devem ter no mínimo 2mx3mx3m e os ninhos e poleiros devem ser de madeira e seguir as especificações do IBAMA.
Ofereça brinquedos, gravetos ou tocos para que eles roam e se distraiam e sempre dê a eles muita atenção.

Ensinando a falar:
Para que o papagaio aprenda a falar, não há métodos ou regras garantidas.

Em primeiro lugar, o papagaio já deve estar afeiçoado ao dono e confiando nele, a partir disso, seu interesse deverá ser despertado.

Ele deverá estar satisfeito e calmo, ou seja, bem alimentado e cuidado.
A pessoa que for ensinar deverá ter, acima de tudo, paciência.
No final da tarde, pouco antes do anoitecer, deve-se pronunciar calmamente a palavra para que ele aprenda, várias vezes, quando ele disser a palavra, recompense-o com um alimento saboroso.

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Coelhos


Comportamento:
Entre os roedores, o coelho é o animal de estimação mais querido. A graça está justamente na sua aparência. Isto, sem dúvida, é o maior atrativo dos coelhos. O seu corpo felpudinho, suas longas orelhas e seu olhar doce fazem com que este roedor se torne meigo e encantador. Sem contar o nariz que remexe!

Além disto, o preço acessível, a manutenção pouco trabalhosa e de baixo custo, e a ausência total de cheiro na pele e no pêlo contribuem para a escolha deste bichinho como pet.

De temperamento calmo, nada barulhento, o coelho é sociável, dócil, interativo e disposto a brincadeiras. Ele mesmo cuida eficazmente da sua higiene. Para se ambientar ao novo lar, o coelho deve ser solto regularmente por alguns instantes durante o primeiro mês.

Existem diversas raças de coelho, como o Nova Zelândia, Califórnia, Chinchila, Azul de Viena, Borboleta, Prateado Champanhe, Rex e o mais exótico, o Angorá. Há ainda o coelho anão e o de orelhas caídas, normalmente encontrados como mutações do Nova Zelândia e Califórnia, porém existente também nas demais raças.



Alimentação:

Deve ser ração peletizada, específica para coelhos. Todos os dias o coelho deve comer folhas de beterraba, rabanete, chicória, almeirão e couve-flor. Alface, nem pensar! Pode causar diarréia. É claro que os coelhos adoram cenoura, mas por engordar, o melhor é alternar os dias.

O coelho deve ser mantido em gaiola específica, sempre com o local fresco e protegido de correntes de ar. A cada quinze dias a instalação e os utensílios devem ser desinfectados.

Reprodução:

O ideal é que o macho só comece a reproduzir a partir dos cinco meses de idade e a fêmea a partir dos quatro. Os coelhos reproduzem o ano todo, mas a fase mais fértil ocorre na primavera. Eles devem acasalar quase instantaneamente. Por garantia, deixe-os juntos por dois dias e, depois, separe-os. Ela dará a cria em cerca de 30 dias. Após o nascimento, verifique o ninho diariamente para checar se todos os filhotes estão vivos e juntinhos um ao outro, para que se esquentem. Caso não estejam, o melhor é reuni-los. Quando estiverem com 30 dias de idade, retire o ninho. Aos 40 dias de vida, já estarão desmamados e podem ser separados da mãe. Ela também já estará pronta para uma nova gestação.

Cuidados especiais:

1) Coelho não toma banho e nem deve ser molhado, pois provavelmente algum fungo se desenvolverá.
2) Só deixe macho junto com fêmea quando quiser que reproduzam. Do contrário, ele tentará acasalar o tempo todo, e o casal pode brigar ou se reproduzir em demasia.
3) Caso, em alguns momentos do dia, o Coelho seja solto dentro de casa ou no jardim, fique atento para que não roa objetos ou plantas.
4) Não carregue o Coelho pelas orelhas, pois pode causar distensões ou mesmo fraturas.

Origem e História:

O coelho selvagem, digno ascendente do coelho doméstico, chegou ao continente europeu pelas mãos dos espanhóis vindos do norte de África. Ao longo dos séculos as características domésticas foram sendo apuradas (pensa-se que os monges foram os responsáveis) contando-se atualmente mais de 50 raças domésticas.

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